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As doutrinas confucionistas podem ser resumidas em seis palavras-chaves:

1. Jen

(humanitarismo, cortesia, bondade, benevolência)

É a norma da reciprocidade, ou seja, “não faça aos outros o que você não gostaria que lhe fizessem.” Esta é a virtude mais elevada do Confucionismo. Ensina que se o homem colocá-la em prática, ele poderá viver em paz e em harmonia com as outras pessoas (Anacletos 15:24). 

2. Chun-tzu 

(homem superior, virilidade)

Segundo Confúcio, o homem para ser perfeito deve ter humildade, magnanimidade, sinceridade, diligência e amabilidade. Somente assim, ele poderá transformar a sociedade em um estado de paz.

3. Cheng-ming –

(Retificação dos nomes)

Este conceito ensina que para uma sociedade estar em ordem, cada cidadão deveria ter um título designativo ou um papel, e afirmar-se neste papel no esquema da vida. O rei, atuando como rei, o pai como pai, o filho como filho, o servo como servo. (Anacletos, 12:11; 13:3)

4. Te –

(poder, autoridade)

Confúcio ensinava que a virtude do poder, e não a força física, é necessária para dirigir qualquer sociedade. Todo governante, segundo ele, deveria ter esta autoridade para inspirar seus súditos à obediência.

5. Li –

(padrão de conduta exemplar, propriedade, reverência)

Este conceito é tratado no Livro das Cerimônias (Li Ching), um dos Cinco Clássicos.846-LYI1 Segundo Confúcio, cada governante deveria ser benevolente, proporcionar um bom padrão de vida para o povo e promover a educação moral e os ritos. Sem esta conduta, o homem não saberia oferecer a adoração correta aos espíritos do universo, não saberia estabelecer a diferença entre o rei e o súdito, não saberia a relação moral entre os sexos, e não saberia distinguir os diferentes graus de relacionamento na família (Li Ching, 27). Como exemplo perfeito de benevolência, ele exaltava o legendário Imperador Yao e seu sucessor, o Imperador Shun, os quais foram renomeados e constituiram, como diziam, “uma idade de ouro da antiguidade”.

6. Wen –

(artes nobres, que inclui: música, poesia e a arte em geral)

Confúcio tinha uma grande estima pela arte vinda do período da Dinastia Chou, e considerava a música como a chave da harmonia universal. Ele cria que toda expressão artística era símbolo da virtude e que deveria ser manifesta na sociedade. “Aqueles que rejeitam a arte, rejeitam as virtudes do homem e do céu” (Anacletos, 17:11, 3:3). Para Confúcio, a música era um reflexo do homem superior e espelhava seu caráter verdadeiro

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