Noticias recebidas sobre o último congresso técnico da CBK que ocorreu antes do Campeonato Brasileiro de Karatê Mirim Infantil e Infanto juvenil sediado na cidade de Maceió nos dias 16 17 e 18 de abril de 2010,  apontam certos procedimentos  surpreendentes na administração da modalidade no Brasil.

Como entender que uma confederação como a CBK pudesse fazer votar por seus membros a aprovação de uma taxa sobre a declaração da bolsa atleta, enquanto esse dinheiro é um direto concedido aos atletas de diferentes níveis de resultados e que comprovaram pelo desempenho e esforços próprios que mereceram tal ajuda do ministério federal? Pois bem ! Foi aprovada essa moção e desde já qualquer bolsa atleta gera receita de R$ 30,00 para a entidade! Só seis Federações se recusaram a esse procedimento : PR,SP,RJ,DF,SC e MG. Todas as outras , inclusive Pernambuco, aprovaram !

Como entender que todos os exames de faixas e graduações especiais devem sistematicamente passar pela CBK, gerando portanto liquidez para a mesma, enquanto os estatutos da entidade prevem o contrario? Mas é assim mesmo. Os regulamentos e códigos são feito para ser descumpridos quando tal desobediência esta motivada pela garantia de receita!

Como entender que os recibos de pagamento feito pelas federações estaduais a CBK não voltam assinados pela presidência e pela diretoria financeira da entidade (conforme a o que estabelecem os estatutos da Confederação) ? Assim não vira mais prático organizar, administrar e (não) justificar de nada?

Todo isso no mas total silencio sobre a calamitosa falta de resultado do Karatê do Brasil nos Jogos Sul Americanos e nos últimos Campeonatos em Rabbat no Morocco.

Pense! Porque tratar de assuntos constrangedores durante um congresso técnico! A final resultados não importam por tanto que continua a faturar a maquina administrativa…

Anúncios