Le président de la Fédération française de karaté (FFKDA), Francis Didier,  a été renvoyé devant le tribunal correctionnel de Paris pour prise illégale d’intérêt. Il est notamment reproché au président de la FFKDA d’occuper, outre ses fonctions, le poste d’associé, avec son épouse, d’une société de Palavas-les-Flots gérée par un membre de sa famille.

Les résultats de l’enquête préliminaire de la brigade de répression de la délinquance économique ont convaincu le procureur de la République de ce renvoi“, a assuré Jacqueline Le Sain, présidente du Karaté club d’Aubusson et ancien membre du comité directeur de la Fédération. Selon elle, une enquête d’inspection générale menée par le ministère de la Jeunesse et des Sports en janvier 2001 avait déjà révélé “les petites habitudes de M. Didier quand il était DTN”, a-t-elle ajouté. Il avait alors dû régulariser des factures personnelles (séjour à La Réunion ou cotisations) initialement réglées par la Fédération.

Deux autres membres de la Fédération, Jean-Claude Cruet et Philippe Loghrieb, respectivement membre et ex-membre du comité directeur, ont également été cités à comparaître pour les mêmes chefs d’accusation.

O presidente da Federação Francesa de Karatê, Francis Didier, foi indiciado no Tribunal correcional de Paris por ingerência economica ilegal. Foi principalmente acusado de ocupar, alem das suas responsabilidades de presidente, o cargo de socio, com a sua esposa, numa empresa sediada em Palavas-les-flots (França) administrada por um parente.

Os resultados do enquerito preliminar da Delegacia de luta e repressão contra crime economicos convenceram o procurador da Republica da necessidade desse indiciamento” ressaltou Jacqueline Le Sain, presidente do Karatê Club de Aubusson e antigo membro da diretoria da Federação Francesa de Karatê (FFKDA). “Uma controladoria diligentada pelo Ministerio Francês da Juventude e dos Esportes ja tinha revelada em janeiro de 2009 os procedimentos de gestão do Senhor Didier quando o mesmo era Diretor Tecnico Nacional” frisou. Ele tive então que regularizar gastos pessoais ( despesas de viagem e cotizações) inicialmente pagas pela Federação.

Dois outros membros da Federação, Jean-Claude Cruet e Philippe Loghrieb, membro e ex-membro da diretoria foram rtambém indiciado sob a fê das mesmas acusações.

Source/Fonte: www.sport.fr

Comentario da Redação:

Se essa moda pega no Brasil podemos apostar que não irão ficar muitos diretores e presidentes en exercicio. Mas é também uma realidade que tal fiscalização fica mais complicada aqui onde não parece existir nenhuma obrigação de publicação e declaração de contabilidade, e nenhuma vontade para a mesma ser imposta, impossibilitando por tanto qualquer fiscalização em pro dos atletas… Na França caso condenado o presidente da Federação pode perder o mandato enquanto no Brasil (onde presidiar federação virou para muitos fonte de enrequicimento pessoal )  tudo vira em pizza: isso é uma vergonha! (Obrigado Boris Casoy!)

 

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